
O Aquário Vasco da Gama é um lugar lendário da minha infância. Esta semana tive a oportunidade de o revisitar, e aproveitei para fazer uns registos a lápis e aguada (que depois finalizei em casa).
Gostei especialmente de ver ao vivo uns míticos seres luzidios de serrilhas na boca, que dizem ter um apetite voraz e que gostam de confraternizar em grupo (!), e de 2 lontras brincalhonas que devem ser familiares da Ester Willians.
Não percebo porque é que quando se comem uns pasteis de nata a mais, lá se chamam as nossas amigas, mas também não creio que elas se importem muito com esses deslizes.
Esta jovial amiga serviu de pretexto para estrear uns pincéis novos.
























Este fds deu-se mais um reencontro dos trepeiros da Sanábria pelos lados da Riba Fóssil. O tempo maravilhoso que não permite más disposições nem tristezas fez-nos passar por seres estranhos e bizarros, enquanto caminhávamos (destilávamos) na praia vestidos de Coronel Tapioca, quando tudo o que apetecia era dar um mergulho no mar. O já famoso passo estugado do nosso guia não permitiu paragens, nem contemplações demoradas, nem desenhos, e à hora combinada e depois dos 14 km da praxe, estávamos de regresso a Lisboa. Este passeio pedia boicote!


